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Menopausa: 7 sinais que merecem atenção e avaliação médica

Atenção: Este é um conteúdo patrocinado pela plataforma PinkMed e as informações contidas não substituem avaliação médica individual. A menopausa nã...

Menopausa: 7 sinais que merecem atenção e avaliação médica
Menopausa: 7 sinais que merecem atenção e avaliação médica (Foto: Reprodução)

Atenção: Este é um conteúdo patrocinado pela plataforma PinkMed e as informações contidas não substituem avaliação médica individual. A menopausa não começa necessariamente no dia da última menstruação. A chamada transição para essa fase pode ter início até 10 anos antes, período em que as oscilações e a redução dos hormônios podem provocar mudanças em diferentes sistemas do organismo. Por isso, nem sempre os primeiros sinais percebidos pela mulher serão os conhecidos calorões. Alterações no sono, memória, humor, articulações, libido e saúde íntima também podem aparecer ao longo dessa fase. O estrogênio é o hormônio que participa da manutenção de diferentes estruturas e funções do organismo, contribuindo para a saúde dos ossos e dos vasos sanguíneos, além de influenciar na qualidade da pele e dos tecidos genitais. A queda desse hormônio influencia diretamente na composição corporal, na massa muscular e também no bem-estar. Um aspecto que pode chamar atenção na menopausa são as mudanças no peso. Segundo Fernanda Escobar (CRM/SC 25064 | RQE 15738), médica ginecologista, a mulher pode aumentar de 5 a 10 quilos nos primeiros 10 anos da menopausa. Reconhecer essas mudanças é importante para que a mulher saiba quando procurar avaliação médica e possa receber orientações de acordo com as próprias necessidades. “O cuidado nessa fase deve olhar não apenas para os sintomas atuais, mas também para prevenção e qualidade de vida futura. Cuidar da menopausa é também investir em longevidade saudável, força e autonomia”, afirma Fernanda Escobar. Menopausa também pode afetar a saúde íntima Entre as mudanças que podem acontecer durante a transição para a menopausa e após a última menstruação estão as alterações na vulva, na vagina e no sistema urinário. Esse conjunto de sintomas é conhecido como síndrome geniturinária da menopausa. A redução dos níveis de estrogênio pode interferir na lubrificação e nas características dos tecidos da região íntima, provocando diferentes sintomas. Eles, porém, não aparecem da mesma maneira ou com a mesma intensidade em todas as mulheres. Além disso, nem toda alteração íntima significa que a causa seja a menopausa. Infecções, doenças dermatológicas e outras condições podem provocar sintomas semelhantes. Por isso, a avaliação individualizada é importante antes de identificar a origem de qualquer desconforto. Muitas mulheres deixam de falar sobre essas mudanças por vergonha ou por acreditarem que fazem parte do envelhecimento. No entanto, sintomas íntimos persistentes ou que interferem na rotina merecem atenção. Quais sinais merecem atenção? Os sintomas podem variar em intensidade e frequência. Algumas mulheres apresentam apenas um, enquanto outras percebem diferentes alterações ao mesmo tempo. Entre os sinais que merecem atenção estão: 1. Ressecamento vaginal e menor lubrificação A redução do estrogênio pode modificar a hidratação e a lubrificação da região vaginal. O resultado pode ser uma sensação de ressecamento ou desconforto, inclusive durante as relações sexuais. 2. Ardor, coceira ou irritação Sensações de ardência, coceira ou irritação na região íntima também podem aparecer. Como esses sintomas não são exclusivos da menopausa, a investigação é importante para identificar a causa. 3. Dor ou desconforto durante a relação sexual A redução da lubrificação e outras mudanças nos tecidos da região genital podem estar associadas ao desconforto durante a atividade sexual. Quando isso acontece, conversar com um ginecologista ajuda a identificar as possíveis causas. 4. Pequenos sangramentos depois da relação sexual Qualquer sangramento depois da relação sexual merece atenção, principalmente após a menopausa. O sintoma não deve ser automaticamente associado à alteração hormonal e precisa ser investigado. 5. Aumento da urgência ou da frequência para urinar A mulher pode perceber que precisa ir ao banheiro com mais frequência ou que a vontade de urinar surge de maneira mais urgente. Alterações urinárias podem fazer parte do quadro, mas também podem ter outras origens. 6. Ardência ao urinar ou infecções urinárias recorrentes Desconforto ou ardência durante a urina e episódios recorrentes de infecção urinária também podem aparecer nessa fase. Ainda assim, não é correto considerar que toda infecção urinária recorrente seja causada pela queda hormonal. 7. Mudanças na sensibilidade e na vida sexual Alterações no conforto, na sensibilidade e na experiência sexual também podem interferir na qualidade de vida. O impacto pode envolver autoestima, sono, bem-estar e relacionamento com o próprio corpo. Quais tratamentos são indicados para as alterações íntimas? O tratamento depende da causa e da intensidade dos sintomas. Após a avaliação ginecológica, podem ser indicados hidratantes e lubrificantes vaginais, fisioterapia do assoalho pélvico e terapias hormonais locais ou sistêmicas, quando não houver contraindicações. Em situações específicas, também podem ser avaliados procedimentos ginecológicos íntimos, cirúrgicos ou não cirúrgicos, voltados a alterações funcionais ou anatômicas da região. Essas opções podem ser consideradas diante de queixas como desconforto, dor, flacidez dos tecidos, alterações provocadas pelo parto ou incômodo relacionado à anatomia íntima. A escolha deve considerar o histórico clínico, os sintomas e as expectativas de cada mulher. Nem toda alteração exige um procedimento, e a indicação precisa ser definida individualmente após exame e avaliação médica. Conheça a PinkMed A PinkMed é uma plataforma que conecta médicos especializados a pacientes que buscam por atendimento. No site, é possível obter informações sobre os especialistas, e agendar uma consulta com um(a) médico(a) parceiro(a) na sua região. Para saber mais sobre tratamentos e procedimentos íntimos, além de consultar informações sobre profissionais e resultados publicados com finalidade educativa, acesse o site da PinkMed.

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